Resultado para a palavra ‘Resinas para Laminados em Geral’

Vencedor do Prêmio excelência em compósitos

10 de novembro de 2010

Luiz Vianna (diretor comercial da Poliresinas), vencedor do Prêmio Excelência em Compósitos – Conjunto da Obra / Feiplar e Feipur Composites 2010.

Placas de sinalização rodoviária fabricadas com laminados de resinas poliéster

20 de maio de 2010

Em meio ao fluxo intenso de carros, motos, ônibus e caminhões que não cessam de circular nas ruas, estradas, avenidas e rodovias do país gerando crescimento e desenvolvimento para o Brasil, um personagem fundamental, colaborador da organização do tráfego e fornecedor de segurança aos motoristas não pode se ausentar: a sinalização rodoviária.

Podemos citar o novo trecho do Rodoanel como exemplo, muito atual, da importância da sinalização viária, nos primeiros dias após a sua inauguração o Rodoanel ainda não contava com a presença de todas as placas necessárias para organizar o movimento, resultando em congestionamentos e confusão dos condutores que utilizavam a via.

Nas grande rodovias do país, as BR,  as placas fazem falta semelhante pois constantemente sofrem com o vandalismo e a ação do tempo tornando-se ilegíveis.

A sinalização rodoviária, segundo o código do departamento de trânsito brasileiro, é composta por um conjunto de placas e marcações de pista que organizam a circulação dos veículos.

Essas placas, por muito tempo foram fabricadas em chapas de aço ou chapas de alumínio que recebiam pintura ou eram adesivadas com a mensagem e os símbolos de trânsito vigentes no código nacional. Essas mensagens e símbolos, aplicados a partir de uma película refletiva ou com tinta apropriada, demandavam alto custo e esforço no processo de produção.

A chapa teria ainda de ter, segundo as normas de tráfego, o verso pintado de preto, e por ser grande e pesada, a fixação nas vias exigia equipamentos específicos.

As placas feitas em aço se alvo de tiros perdem sua proteção superficial, e rapidamente o processo de corrosão é iniciado, reduzindo de forma significativa seu tempo de vida útil e perdendo todo o trabalho aplicado em sua fabricação. As placas de alumínio, por sua vez, por possuírem alto valor como sucatas, tornaram-se mira frequente de roubos.

Todos esses fatores somados geravam prejuízos aos cofres públicos e fomentaram a busca de uma alternativa como material de fabricação.

As pesquisas iniciadas em 1993 desenvolveram um laminado de resina poliéster reforçado, com espessura de 2 mm e teor de fibra de vidro entre 25 e 29 %, fabricado pelo processo de laminação contínua, que se enquadrava nas necessidades das sinalizações de pista e trazia vantagens importantes agregadas, como preço competitivo, leveza e não oxidação.

Logo os fabricantes de chapas de aço e de alumínio tentar pressionar e inibir o uso do laminado de resina poliéster, o que culminou na regulamentação e padronização segundo a ABNT NBR 13275:2006 das especificidades que esse elemento necessita ter para ser destinado a esse fim.

Com todas as vantagens do laminado poliéster reforçado e a regulamentação da produção o uso foi altamente difundido.

A Poliresinas produz a Poli 400, uma resina poliéster insaturada ortoftálica pré-acelerada de média reatividade e baixa viscosidade, estabilizada contra ação dos raios ultravioleta e alta penetração nas fibras de vidro.

A Poli 400, ideal para ser aplicada na produção de placas planas feitas pelo processo de laminação contínua, é altamente indicada para a fabricação dos laminados reforçados que originam o novo material das placas de sinalização rodoviária.

Os avanços tecnológicos permitiram que a problemática das placas de sinalização fosse amenizada, e expandiram o mercado provando, mais uma vez, como alternativa eficaz a presença constante das resinas poliéster em nosso cotidiano.

Resina poliéster para telhas translúcidas

12 de abril de 2010

Resina poliéster para fabricação de telhas translúcidas

As telhas translúcidas vem cada vez mais se tornando uma boa escolha em nossa atualidade, pois numa época em que os lotes de terrenos estão cada vez mais estreitos e as construções mais próximas, com muros sempre altos, a transparência do telhado proporciona ótima solução para quem precisa de iluminação em áreas cobertas bem como em corredores sem janelas.

Indicadas para proporcionar claridade natural e maior ventilação aproveitam a luz natural e contribuem para a economia de energia elétrica, impedindo a passagem de raios UVB promovem um ambiente confortável, saudável e se encaixam nas ações de sustentabilidade ambiental.

Além de embelezarem a obra pela variedade de cores translúcidas ou com efeito leitoso, que permitem mais soluções para a decoração, possuem alta resistência mecânica e térmica e isolante acústico. Suas espessuras e perfis acompanham o perfil de telhas de outros materiais, proporcionando ampla aplicação na construção civil, são leves e fáceis de manusear e podem ser utilizadas em galpões industriais e comerciais.

As telhas translúcidas são produzidas com resina poliéster e são reforçadas com fibra de vidro o que propicia a grande durabilidade da peça.

A Poliresinas produz a resina Poli 400, perfeita para a produção desse material, ela é de média reatividade, baixa viscosidade, estabilizada contra raios ultravioleta proporciona proteção às peças para que não fiquem amareladas e tem alta penetração nas fibras de vidro.

Assim a Poliresinas fornece matéria necessária para a produção das telhas translúcidas, confirmadas como solução contemporânea pelos motivos já citados, e auxilia na garantia de bons produtos para bons telhados.

Especial Fibra de Vidro – Mini Carros ou Carros Bolha (parte I)

11 de janeiro de 2010

MINI CARROS (CARROS-BOLHA)

Bolha ou ovo? Carro ou moto? A verdade é que eram muito estranhas aquelas engenhocas que, no final da década de 50, passaram a frequentar ruas e estradas brasileiras. Os Romi-Isettta tornaram-se uma sensação. Passada a fase do modismo, porém, o nosso nascente mercado consumidor voltou ao hábito dos carros grandes. E a pioneira Romi, de Santa Bárbara d´Oeste, SP, deixou de produzi-los. Foi uma coincidência mundial. Também na europa, onde surgiram, os “bubble cars” (carros-bolha) começaram a perder seu espaço.
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Esses carrinhos apareceram primeiro na Alemanha, no final dos anos 40, para atender a um respeitável mercado composto de consumidores ávidos por aventura e extravagância. E com pouco dinheiro no bolso. Construtores como Hermann Holbein, da herrlingen, começaram a produzir minúsculos carros de dois lugares equipados com motores de motocicletas de 250cc para “preencher a lacuna existente entre a motocicleta e o carro pequeno atual.

O impacto inicial do lançamento desses carros foi restrito, apesar da inovação técnica de sua suspensão por borracha em torção. Mas, se em 1952 as vendas dos Champion de Holbein eram ridículas, no ano seguinte chegaram a um total de 2.000 unidades. Em 1955 a produção dos Champion foi totalmente assumida pela Maico, fabricante de motocicletas, pois a Herrlingen de Hermann Holbein simplesmente não dispunha de força industrial para continuar tocando o projeto.

Também em 1953, na Itália, surgia o primeiro Isetta, já no formato de ovo, como ficou conhecido no Brasil. Produzido pela Iso, de Milão, tinha motor traseiro de dois tempos, inicialmente com 197cm3 e depois com 236cm3 e dois cilindros, que dispunham de apenas uma câmara de combustão, comum aos dois.

“Corajosa e engenhosamente pouco ortodoxo”, simples, mas de modo algum grosseiro, pequeno, mas bonito, o Isetta poderá revelar-se o pioneiro de um desenvolvimento tão importante quanto a motoneta que, firmada primeiramente na Itália, estabeleceu-se agora em toda a Europa e até mesmo em lugares mais distantes”, comentava The Motor numa de suas edições de 1955, ano em que o Isetta passou a ser produzido também na Bélgica.
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Montado em chassi tubular que se afunilava na traseira, com eixo de bitola estreita (o diferencial era dispensável, pois a distância entre os eixos não excedia 48cm), ele tinha rodas dianteiras com molas independentes. Seu motor de dois tempos, sustentado por borracha do lado direito do chassi, acionava as rodas traseiras por meio da transmissão de quatro marchas sincronizadas e de corrente dupla totalmente coberta.

Mas a coluna de direção era a característica mais marcante do Isetta. Montada na parte dianteira, com juntas universais no fundo, a direção ia para a frente ao se abrir a porta.

Era, enfim, basicamente um carrinho de forma arredondada, com janelas largas. Seu tipo deu origem ao apelido pelo qual seriam conhecidos todos esses veículos econômicos de sua época: “carro-bolha”. Com apenas 225cm de comprimento, o Isetta podia ser estacionado com a porta junto ao meio-fio – nessa posição, quatro desses carros-bolha ocupavam praticamente o mesmo espaço que um automóvel americano de tamanho médio.

E é claro que seu desempenho estava longe de poder ser considerado assombroso, embora se falasse de um consumo de 20km/l e de uma velocidade máxima de 80km/h.

A montagem dos Isetta era também feita na França, pela Velam, mas eles só ficaam famosos, mesmo, depois que a BMW alemã passou a produzi-los, em 1954, aprimorando as especificações com motores monicilíndricos de quatro tempos e 245cc, de sua própria fabricação. Das linhas de montagem da BMW passaram a sair 200 unidades por dia; em fins de 1956 o chassi já fora reprojetado, e uma versão conversível ganhara as ruas. Já na Itália, um ano antes, a Iso interrompera a produção dos seus Isetta.

Em outubro de 1956, mais de 80.000 carros-bolha haviam sido produzidos nos últimos dezoito meses, pela BMW e pela Glas – o mercado parecia bastante promissor. Por ocasião do Salão de Frankfurt, a imprensa assinalava que o grosso dessa produção era de carros pequenos genuínos, e não de motonetas, embora as diferenças parecessem puramente terminológicas.

“Na verdade”, acentuava The Autocar, “tendências de queda repentina não foram observadas pelos fabricantes de carros pequenos genuínos, enquanto os fabricantes da variedade motoneta tiveram que diminuir a marcha e até reduzir o ritmo de trabalho.”
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E surgiram novos fabricantes, como a popularíssima Messerschimitt, que em 1953 assumira a produção do carro de três rodas da Fend. Em 1958 e 1960 ela oferecia no mercado uma versão de quatro rodas e motor de 500cc, o TG500 Tiger. O motor era um Sachs de dois tempos, e a inversão foi criada com a troca da popularidade do Dynastart e com a transferência do motor para a parte traseira.

Em 1954 outra famosa fábrica de aviões, a Dornier, mostrou um carro-bolha de quatro rodas ainda mais extravagante, cujos bancos davam-se as costas; e o motor monocilíndrico ficava colocado exatamente entre eles.

As duas portas, dianteira e traseira, deram origem ao nome do carro projetado por Claudius Dornier: Janus, o deus romano de duas caras.

A licença para sua fabricação foi dada a uma montadora de motos, a Zündapp, que acabou modificando o projeto original. Este previa a construção completamente sem chassi e direção com pinhão e cremalheira montada tão para frente que era preciso um braço intermediário para ligar a cremalheira às bielas da bitola e do eixo oscilante do diferencial, A Zündapp manteve o mesmo esquema para o chassi, mas adotou uma nova caixa de câmbio de quatro marchas e arredondou ainda mais as formas do Janus.

O motor, monocilíndrico horizontal de dois tempos e 248cc, desenvolvia 14cv, o suficiente para chegar aos 85 km/h e a um consumo de 23km/l. Mas em 1958 decidiu-se que sua produção deveria ser suspensa.

A Poliresinas deseja um 2010 repleto de realizações e sucesso!

30 de dezembro de 2009

Feliz Ano Novo!

Hoje vamos começar diferente, vamos começar melhor …

Desejamos a felicidade antes, para que os sonhos se tornem mais fáceis de realizar. Desejamos a felicidade logo “de cara”, para que os primeiros passos do ano que se aproxima sejam mais leves.

Desejamos um Feliz 2010 com muito sucesso e comemorações diárias, com alegria e vibrações pelas vitórias, com o suor do trabalho e a euforia da conquista.

Desejamos realizações e parcerias vindouras. Desejamos que o nosso sucesso seja seu!

Desejamos, enfim … Desejos! Os melhores possíveis!

Feliz 2010

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www.poliresinas.com.br

Polimerização – Entendendo de maneira rápida e prática

23 de dezembro de 2009

Bom dia amigos!

Tivemos o grande prazer em receber a colaboração de uma querida leitora.

No comentário feito no post anterior – O que são Polímeros? – a nossa amiga Taty sugeriu que colocássemos no blog um vídeo bastante criativo e simples sobre o processo de polimerização.

Como o pedido de vocês é uma ordem… Taty, aí vai o vídeo. Obrigada pela colaboração.

Espero que tenham entendido melhor e tenham gostado da sugestão.

Continuamos contando com a presença de vocês. É isso aí!

Até a próxima!

Novidade à vista em nosso site.

11 de dezembro de 2009

Em breve teremos novidade para vocês!

Devido à necessidade de melhorar o nosso contato e satisfazer cada vez mais os nossos clientes, estamos trabalhando para deixar o nosso fromulário mais preciso e direcionado.

Agora os nossos usuários poderão escolher o tipo de resina que mais se adequa à sua produção, nos fornecendo informações que trarão mais rapidez e precisão à resposta desejada.

No nosso novo formulário, além de enviar mensagens, os clientes terão a possibilidade de especificar a sua capacidade de produção, mercado de atuação e características da resina.

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A Poliresinas sempre busca a melhor maneira de atender os clientes. E como sempre … O pedido de vocês é uma ordem!

Em breve, traremos mudanças ainda melhores. Aguardem!

Entre em contato conosco:
Site: www.poliresinas.com.br
E-mail: comercial@poliresinas.com.br
Tel.: 11 4343.6006