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Como minimizar a formação de bolhas de água.

12 de janeiro de 2010

Bom dia amigos leitores,

Hoje vamos falar sobre um problema que atormenta muitos fabricantes de piscinas, banheiras, caixas d’água e diversos produtos que estão em contato permanente com a água: A formação de bolhas.

Fazendo uma breve pesquisa, achamos um texto que pode tirar algumas dúvidas referentes ao assunto.

Boa leitura!

“Gelcoats especialmente formulados, práticas corretas de moldagem, matérias-primas, materiais auxiliares, equipamentos adequados, entre outros fatores, aumentam a resistência ao empolamento (blistering) de peças de plástico reforçado/composites em contato permanente com a água como piscinas e embarcações.

Um dos mais importantes bens da vida, a água também pode ser considerada uma “vilã” quando entra em contato permanente ou intermitente (longa duração) com peças de plástico reforçado/composites. Piscinas, barcos, banheiras do tipo spa e caixas d´água estão sujeitas ao “ataque” da água que, ao longo do tempo, pode causar o empolamento, ou seja, a formação de bolhas na peça. Esse defeito, conhecido também como blistering, é influenciado por diversos fatores como a permeabilidade do gelcoat, a espessura do mesmo e a presença de substâncias hidrossolúveis nas matérias-primas utilizadas na fabricação do produto final.

blistering - formacao de bolhas_empolamento da superficie

Dentre as soluções mais viáveis para retardar o problema está a redução da permeabilidade do gelcoat através de sua formulação e aumento de sua espessura, criando-se uma maior barreira física. Aliado a isso, os especialistas recomendam a criação de uma barreira química.

Para a formulação do gelcoat, e para o laminado estrutural, recomenda-se o uso de resinas com baixo conteúdo de substâncias hidrossolúveis.

A resina isoftálica com NPG é um bom exemplo. O resultado é um laminado com maior resistência ao empolamento e com moderada resistência química. Outra vantagem é que o gelcoat elaborado com resina isoftálica com NPG melhora a resistência da superfície da peça aos raios ultravioleta (UV). Além disso, o material garante maior brilho.

Os gelcoats isoftálico e isoftálico com NPG geram bolhas pequenas, enquanto os ortoftálicos e do tipo PET geram bolhas grandes. Isso acontece porque os isoftálicos possuem menor quantidade de substâncias solúveis em água. O tamanho final das bolhas é definido pelo tamanho das falhas originais (bolhas de ar) de laminação e pela concentração das substâncias hidrossolúveis contidas nessas falhas.

Alguns especialistas defendem, na barreira química, o uso da mesma resina utilizada no gelcoat (geralmente trata-se da resina isoftálica com NPG).”

Fonte: www.revistadoplasticoreforcado.com.br

Se depois desta leitura as dúvidas continuam ou existe algum fator relevante que não foi encontrado, por favor, sinta-se à vontade e comente o post. Este espaço é todo seu!

Já para aqueles que pretendem solucionar o problema adquirindo matéria prima de boa qualidade, a Poliresinas oferece uma excelente opão em resina isoftálica com NPG : a resina Poli 2001

Acesse e confira:
www.poliresinas.com.br

Abmaco – Lançamento do livro Compósitos 2

6 de janeiro de 2010

Arquivo de 8 de Dezembro de 2009

Abmaco – Lançamento do livro Compósitos 2

No dia 8 de dezembro, em São Paulo, SP, foi realizado o lançamento do livro Compósitos 2 – Tecnologia de Processos, da Abmaco – Associação Brasileira de Materiais Compósitos. O livro traz um resumo das principais tecnologias empregadas no processamento de compósitos (também chamado de composites ou plástico reforçado com fibras de vidro – PRFV).

Bastante didático e apoiado por gráficos e ilustrações, o Compósitos 2 foi escrito por empresas fornecedoras de matérias-primas – resinas e fibras de vidro, por exemplo –, e empresas especializadas na moldagem de PRFV. O livro, dividido em nove capítulos, aborda os processos de laminação manual (apresentado pela Elekeiroz), RTM (mostrado pela MVC), infusão (Barracuda), SMC (Menzolit), BMC (Reichhold), centrifugação (Cray Valley), laminação contínua (Fibralit), enrolamento filamentar (Owens Corning) e pultrusão (Reichhold).

Durante o evento de lançamento, foram apresentados os resumos dos capítulos e também uma visão do mercado de compósitos, além da exposição das peças mencionadas no livro e alguns destaques do setor. Nesta nota, é apresentada a foto do capô NH da Volvo, fabricado pela MVC.

Veja abaixo algumas fotos de produtos expostos:

 Poliresinas - Loco

Poliresinas - Veículo Troller
Poliresinas - Processo RTM (capô)
Poliresinas - Refletores em chapa metálica e lente de vidro
Poliresinas - Processo centrifugação (tubos)
Poliresinas - Processo centrifugação (tubos)