Essa semana nosso post sobre as notícias de mercado traz uma discussão a fabricação de mamadeiras de plástico.
Uma p
olêmica envolvendo o mercado dos plásticos voltou a ganhar destaque nos noticiários e estampar os jornais recentemente: as preocupações e proibições do uso de Bisfenol A ou BPA na fabricação de mamadeiras e outros artigos de plástico ligados à alimentação infantil.
O Bisfenol A, presente principalmente nos policarbonatos, confere ao plástico maleabilidade, e é muito utilizado, em quase todas as aplicações às quais os plásticos são destinados ele está presente.
As pesquisas recentes informam que a substância é potencialmente prejudicial à saúde, podendo comprometer a produção dos hormônios e despertar células cancerígenas. O resultado da pesquisa é mais preocupante no que se trata das mamadeiras, pois além das crianças serem mais frágeis à ação da substância, o BPA é liberado em maior quantidade quando aquecido. Portanto ao esquentar o leite do bebê em uma mamadeira de plástico, ele está mais propenso a receber cargas de bisfenol A em seu sistema.
Em alguns países o uso de bisfenol A em mamadeiras, chupetas e pratos já foi proibido. No Brasil a ANVISA diz que o nível utilizado, 0,6 miligrama de BPA no máximo para cada quilo de plástico, ainda é considerado seguro, mas muitas mães já começam a usar mamadeiras de vidro.
Existem também resinas epóxi provenientes da reação de Epicloridrina e Bisfenol A que são muito utilizadas pela sua versatilidade e menor custo.
A ANVISA afirmou também que prossegue acompanhando as discussões e resultados de estudos para legalizar a utilização da substância.

