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Notícias do mercado

18 de maio de 2010

Essa semana nosso post sobre as notícias de mercado traz uma discussão a fabricação de mamadeiras de plástico.

 Uma polêmica envolvendo o mercado dos plásticos voltou a ganhar destaque nos noticiários e estampar os jornais recentemente: as preocupações e proibições do uso de Bisfenol A ou BPA na fabricação de mamadeiras e outros artigos de plástico ligados à alimentação infantil.

O Bisfenol A, presente principalmente nos policarbonatos, confere ao plástico maleabilidade, e é muito utilizado, em quase todas as aplicações às quais os plásticos são destinados ele está presente.

As pesquisas recentes informam que a substância é potencialmente prejudicial à saúde, podendo comprometer a produção dos hormônios e despertar células cancerígenas. O resultado da pesquisa é mais preocupante no que se trata das mamadeiras, pois além das crianças serem mais frágeis à ação da substância, o BPA é liberado em maior quantidade quando aquecido. Portanto ao esquentar o leite do bebê em uma mamadeira de plástico, ele está mais propenso a receber cargas de bisfenol A em seu sistema.

 Em alguns países o uso de bisfenol A em mamadeiras, chupetas e pratos já foi proibido. No Brasil a ANVISA diz que o nível utilizado, 0,6 miligrama de BPA no máximo para cada quilo de plástico, ainda é considerado seguro, mas muitas mães já começam a usar mamadeiras de vidro.

 Existem também resinas epóxi provenientes da reação de Epicloridrina e Bisfenol A que são muito utilizadas pela sua versatilidade e menor custo.

 A ANVISA afirmou também que prossegue acompanhando as discussões e resultados de estudos para legalizar a utilização da substância.

Novidades e notícias do mercado de resinas pelo mundo

11 de maio de 2010

Além de apontarmos aqui as notícias e novidades da Poliresinas e apresentarmos nossas resinas poliéster, visando informar nossos visitantes e leitores, faremos periodicamente um resumo das novidades do mercado de resinas.

Os planos do mercado para esse ano envolvem a criação pela Abmaco de um comitê focado na Copa de 2014 e nas Olimpíadas de 2016. Estes eventos são vistos como oportunidade de crescimento, principalmente nas indústrias de infraestrutura e transportes. As novidades também abrangem a divulgação das possibilidades de substituição de matérias tradicionais, como madeira e ferro por materiais compósitos. Leia aqui matéria completa.

As pesquisas mostram ainda números animadores relativos ao mercado de termofixos e termoplásticos neste ano, mesmo a indústria tendo sentido os efeitos da crise econômica global em 2009, nesse primeiro semestre de 2010 já mostra evidências de sua recuperação. Veja a reportagem na íntegra.

Visando preparar os trabalhadores do setor e divulgar as novas tecnologias a Abmaco promove nos dias 08 e 09 de junho de 2010, o curso de capacitação técnica operacional sobre compósitos poliméricos termofixos e processos de laminação manual. Conheça mais da programação aqui.

Em breve traremos mais notícias e novidades do mundo das resinas

Resinas poliéster presença constante no nosso dia-a-dia.

24 de fevereiro de 2010

Muitas coisas ao nosso redor, que fazem parte do nosso dia-a-dia, são fabricadas a partir das Resinas Poliéster. Por exemplo, as telhas utilizadas na construção civil feitas com Resina Poliéster Insaturada Ortoftálica Pré-Acelarada Poli 400.

A poli 400 é uma resina de média reatividade, baixa viscosidade, estabilizada contra raios ultravioleta com alta penetração nas fibras de vidro. A estabilidade contra os raios UV proporciona proteção solar às peças que serão produzidas, impedindo o amarelamento da superfície.

Esta resina é bastante empregada em alguns segmentos da construção civil, sendo principalmente aplicada na produção de placas planas ou telhas onduladas feitas pelo processo de máquinas de laminação contínua que é um processo que possibilita alta produtividade, reduzindo significativamente os custos.

Também nos momentos de lazer as resinas se fazem presentes, a Poli 1000 é uma resina cristal que apresenta alta viscosidade e baixa reatividade, as características desta resina oferecem transparência máxima e é utilizada com freqüência na fabricação de artigos para esporte e lazer como pranchas de surf, assentos sanitários, brindes e manequins.

Da mesma forma que as resinas se fazem presentes no cotidiano, mesmo que de forma discreta, a Poliresinas deseja ser presença constante na construção de uma sociedade sustentável e promover e apoiar a Inclusão social, valorizando a cultura e o esporte e patrocinando atletas.

E preocupados com o meio ambiente utiliza processos que respeitam os critérios ambientais, feitos através da incineração de resíduos não inertes e utilização de aterro industrial para deposição das cinzas geradas na incineração.

Nova tecnologia de baterias armazenará energia na lataria dos carros

19 de fevereiro de 2010

Nova tecnologia de baterias armazenará energia na lataria dos carros   25/02/2010

 

O material compósito é feito com uma mistura de fibras de carbono (e de vidro) com uma resina polimérica e é capaz de armazenar eletricidade e liberar grandes quantidades de energia mais rapidamente do que as baterias convencionais.

Se o estágio tecnológico atual das baterias não é suficiente para fazer deslanchar a indústria dos carros elétricos, talvez a solução esteja em transformar a carroceria dos automóveis em uma gigantesca bateria.

Esta é a proposta de um grupo de engenheiros europeus que está investindo € 3,4 milhões para construir os primeiros protótipos de uma tecnologia que poderá revolucionar a concepção e a fabricação de carros híbridos e elétricos.

Bateria estrutural

Reunidos no Imperial College, de Londres, e apoiados pela fabricante Volvo, os pesquisadores estão desenvolvendo as primeiras amostras de um material capaz de armazenar e liberar energia elétrica e que também é forte e leve o suficiente para ser usado para a fabricação de peças estruturais de automóveis (por processos de média e larga escalas como o SMC)

Além dos automóveis, os pesquisadores acreditam que seu material inovador, ainda cercado de mistério, mas já patenteado, poderá ser usado na fabricação dos gabinetes da maioria dos equipamentos eletroeletrônicos, como telefones celulares e computadores, que não precisariam mais de uma bateria separada. Isso tornaria esses equipamentos menores, mais leves, mais portáteis (e com maior autonomia)

Pneu de estepe

Na primeira etapa, os cientistas estão usando o novo material compósito para construir o piso do porta-malas do carro, onde é normalmente colocado o pneu de estepe (onde também usa-se SMC)

O local foi escolhido por exigir rigidez do material mas sem comprometer qualquer aspecto de segurança. A Volvo irá usar a peça em carros de testes para avaliação. Somente depois de aprovado o material será usado em outras partes dos carros.

Bateria sem reação química

O material compósito é feito com uma mistura de fibras de carbono (e de vidro) com uma resina polimérica e, segundo os pesquisadores, é capaz de armazenar a eletricidade e liberar grandes quantidades de energia muito mais rapidamente do que as baterias convencionais, aproximando-se do rendimento dos supercapacitores.

Além disso, o material não utiliza processos químicos para armazenar a energia, o que o torna mais rápido de recarregar do que as baterias convencionais. A ausência de reações químicas reduz drasticamente a degradação do material pelos constantes ciclos de carga e descarga, o que hoje é o maior responsável pela curta vida útil das baterias.

Carros mais leves

Os carros híbridos atuais possuem um motor de combustão interna, usado principalmente quando o motorista acelera o carro, e um motor elétrico alimentado por baterias, que é acionado quando o carro está em velocidade constante ou de cruzeiro.

O grande número de baterias exigido para dar uma autonomia razoável a esses carros também os torna mais pesados, o que significa que o carro consome mais energia e as baterias precisam ser recarregadas em intervalos menores.

Ao formar também a parte estrutural do carro, o novo material compósito capaz de armazenar energia ajudará a reduzir o peso do veículo. Os pesquisadores calculam que seu uso permitirá uma redução de 15 por cento no peso total do carro, o que deverá melhorar significativamente a autonomia dos futuros carros híbridos (peso bem menor ainda quando peças externas como capo, teto, etc. forem também usadas, como pretendem os pesquisadores)

O novo material permitirá a construção de celulares tão finos quanto um cartão de crédito e laptops que extrairão energia de seu próprio gabinete, podendo funcionar por mais tempo sem recarga.

Celular fino como um cartão de crédito

Na primeira fase do projeto, os cientistas estão planejando aprimorar seu material compósito para aumentar sua densidade de energia, ou seja, sua capacidade de armazenar mais energia.

As propriedades mecânicas do material serão aprimoradas através do crescimento de nanotubos de carbono na superfície das fibras de carbono, o que também aumentará a área superficial do material, com um ganho adicional na sua capacidade de armazenar energia.

“Estamos realmente animados com o potencial desta nova tecnologia. Acreditamos que o carro do futuro poderá extrair energia do seu teto, do capô ou até mesmo das portas, graças ao nosso novo material compósito,” diz o Dr. Emile Greenhalgh, coordenador do projeto.

“As aplicações futuristas para este material não param por aí – você poderá ter um celular tão fino quanto um cartão de crédito, porque ele já não precisará de uma bateria volumosa, ou um laptop que poderá extrair energia de seu próprio gabinete, podendo funcionar por mais tempo sem recarga. Estamos na primeira fase deste projeto e há um longo caminho a percorrer, mas acreditamos que o nosso material compósito é de fato promissor,” conclui Greenhalgh.

Matéria retirada do site da ABMACO.

Novidades em nosso blog. Aguardem!

6 de fevereiro de 2010

Boa Noite Internautas !

Queremos dar as boas vindas aos visitantes do nosso Blog.

Ele é dirigido aos que como nós se preocupa com ações voltadas ao mercado de Resina Poliéster. Vamos iniciar em março de 2010 mais uma série de post com textos, vídeos, notícias, entrevista, fotos e eventos do mercado de resina poliéster em todo o mercosul.

“O Mundo do Plástico”

13 de janeiro de 2010

Olá amigos leitores,

Neste post vamos falar um pouco sobre o plástico, a sua relação com a vida moderna e o cenário das empresas envolvidas. Mas olha só pessoal… é um texto bem suscinto, só para dar umas pinceladas no assunto. Ok?

Se vocês estiverem dispostos a contribuir agregando informações e conhecimento… Já sabem, não é? O blog é de vocês!

Boa leitura!

“O mundo do plástico!”

“O plástico está tão integrado à vida moderna que é quase impossível encontrar uma atividade em que não esteja presente. As vantagens do uso deste material são sentidas pelos consumidores e pela indústria.

Na fabricação dos carros, as peças e acessórios plásticos diminuem o peso e impactam em menor consumo de combustível. Por esse motivo, as montadoras demonstram um grande interesse em ampliar o uso de materiais mais leves e resistentes em peças fabricadas tanto para as carroçarias quanto para os motores. O sofisticado setor aeroespacial também segue o mesmo caminho, ampliando as possibilidades de uso do material nas janelas, para minimizar os ruídos externos e filtrar os raios ultravioletas, além substituir a pintura da fuselagem, reduzindo as paradas de manutenção, por exemplo.

Na construção civil, portas sanfonadas, torneiras, tubos e conexões feitas de plástico substituem com ampla vantagem o vidro, metal e madeira, barateando o custo e garantindo maior vida útil aos produtos.

plastico 1 - plastico 1

No caso das embalagens, setor que absorve 42% das resinas, o uso do plástico alça vôos maiores com a incorporação da nanotecnologia. Num futuro próximo, novas formulações permitirão a utilização de embalagens interativas, nas quais sensores indicarão aos consumidores se o produto encontra-se em bom estado de conservação.

Mas, para que estas revoluções sejam revertidas a favor do setor, é preciso que a indústria de transformação plástica brasileira, que forma a 3ª geração petroquímica, esteja atenta aos movimentos globais da economia. Sim, porque, se numa ponta a horizontalização dos processos facilitou as trocas comerciais, diminuiu as distâncias para compra de peças e contribuiu para baratear os custos de produção, na outra, impôs que as empresas respondam com maior rapidez às ameaças intrínsecas do processo de globalização. A resposta aos desafios vem na forma de investimentos em pesquisa, qualificação de pessoal, redução de impacto ambiental, atenção à tendência de uso do plástico oxibiodegradável, incorporação de tecnologia e redução de custos de produção para aumentar a competitividade.

Como a balança não é equilibrada, quem sempre sai perdendo são as indústrias de transformação de pequeno e médio porte, representadas no país por mais de 8,5 mil empresas que empregam 236,6 mil pessoas, segundo
dados da Abiplast (Associação Brasileira da Indústria do Plástico). No caso do Pólo Petroquímico do ABC, mais de 90% das 500 indústrias transformadoras são pequenas e médias.”

(…)

* David Gomes de Souza

Fonte: www.latinchemical.com.br

Para Relembrar…

Falando em plástico, vale pena comentar que em 2009 comemorou-se os 100 anos do plástico, e é lógico que nós inserimos um post sobre o assunto aqui no blog. Quer conferir? Então clica: 2009 – O ano do plástico! Comemoração de 100 anos + sustentabilidade

Até a próxima!

Um pouco de descontração e curiosidade.

3 de novembro de 2009

Hoje faremos uma proposta: Vamos brincar?

Que tal quebrar um pouco a rotina desse blog publicando algo diferente? Topam?

Vamos fazer o nosso primeiro teste. Digamos que esta seja a versão beta do nosso guia de curiosidades. Uma espécie de “adivinha o que é”.

Mas para que tudo dê certo, precisamos que sigam o passo a passo. Se não gostarem da brincadeira, tudo bem… deletamos! Mas agora, vamos ao nosso “piloto”.

Siga os passos:

1- Aperte o play do vídeo abaixo, assista até completar 25 segundos (00:25) e dê uma pausa. O ideal seria assistir até 28 segundos (00:28), mas por precaução e para não estragar a brincadeira pare no vigésimo quinto (00:25).

2- Sabe do que eles estão falando? Afinal, o que são tachões? Tenho certeza que muita gente não sabe. Escolha uma das opções disponíveis abaixo.

3- Aperte o play do vídeo e assista até o final.

E aí? Acertou? Sendo a resposta sim ou não, parta para o passo 4.

4- Aguarde os próximos posts. Falaremos sobre a relação da resina poliéster com os tachões.

Façam suas apostas, deixem comentários. Queremos palpites! Afinal, qual a relação que existe entre os tachões e as resinas?

Está curioso? Ha, ha, ha… Vai continuar assim por um tempinho.