Preços de químicos químicos sobem

16 de maio de 2011 por Daniela Yamaki Sem Comentário »

Preços de químicos de uso industrial sobem em março.

A tendência de elevação dos preços de produtos químicos de uso industrial, em linha com a variação do petróleo nos últimos meses, voltou a se repetir em março. De acordo com dados preliminares divulgados hoje pela Associação Brasileira da Indústria Química (Abiquim), os preços do setor subiram 1,65% entre fevereiro e março. Na comparação com março do ano passado, os valores praticados no mercado interno apresentam alta de 10,33%.

Quando considerados os resultados do primeiro trimestre, a variação é ainda mais expressiva: 13,55%. “No mercado internacional, observa-se uma tendência de recuperação de preços, após o período de baixa decorrente da crise mundial”, justifica a Abiquim, para quem os preços apresentam tendência de retornar a patamares de três ou quatro anos atrás.

Derivada do petróleo, a nafta é uma das principais responsáveis pela disparada dos preços. Segundo o levantamento da Abiquim, o preço internacional do insumo chegou a US$ 986 por tonelada no mês passado. Quando convertida para reais, a cotação do insumo já apresenta expansão de 16,08% apenas no primeiro trimestre deste ano.

Unigel investe para fabricar resina ABS

10 de maio de 2011 por Daniela Yamaki Sem Comentário »

Unigel investe R$ 70 mi em linha de produção para fabricar resina ABS

A Unigel anunciou um investimento de R$ 70 milhões para a iniciar a produção de uma nova resina no País, a ABS. Com esse produto em seu portfólio, a companhia espera aumentar o faturamento em R$ 330 milhões ao atender 50% do mercado nacional até 2015. Se essa previsão se confirmar, somente esta resina, que deve ser utilizada principalmente na indústria automobilística, representará 12,7% da receita da empresa se adotados os números do ano passado, que ficou em R$ 2,6 bilhões.

O investimento será feito para colocar uma nova linha de produção na fábrica de poliestirenos que a Unigel já possui no Guarujá, litoral de São Paulo, e cuja operação foi iniciada há apenas dois meses. De acordo com o diretor do Negócio de Estirênicos da companhia, Marcelo Bianchi, a nova planta terá capacidade instalada de 90 mil toneladas e está prevista para iniciar a fabricação em 2012.

“Vamos aproveitar a sinergia da unidade que começamos a operar em março deste ano para obter maior competitividade ante a concorrência internacional, já que não há produção de ABS no País”, disse ele. “Essa sinergia vem do fato de já produzirmos entre 80% e 90% dos compostos que formam a nova resina, por isso, precisamos buscar no mercado interno apenas o polibutadieno que tem peso de 10% a 20% na composição final do novo produto”, afirmou Bianchi.

Mercado
Dentre essas aplicações estão, além da indústria automobilística, a de eletroeletrônicos e de eletrodomésticos. Apesar de ser o mesmo mercado no qual outras empresas possuem resinas como a poliamida, Bianchi descarta a concorrência entre esses produtos, pois as especificidades são diferentes.

Segundo Bianchi, a Unigel já tinha a intenção de entrar nesse segmento de mercado. Um dos motivadores era justamente a falta de produtores dessa resina no Brasil, fato que levava à importação de 100% do que é consumido internamente. Em 2010, estimou ele, a demanda no Brasil foi de cerca de 85 mil toneladas de ABS e que por isso a Unigel poderá atender plenamente a demanda se ela manter-se nesse patamar até 2012. Mas segundo ele mesmo, o consumo está em alta e deverá ultrapassar esse nível. “Do total, deveremos conquistar 50% em três anos, o restante da produção será destinada a países como a Argentina”, disse.

Essa unidade da Unigel fica dentro do complexo da Dow na cidade litorânea. Esse histórico de investimentos por meio de aquisições da empresa comandada pelos Slezynger tomou força em 2008, quando iniciou uma integração da cadeia produtiva de estirênicos ao adquirir uma fábrica da própria Dow na Bahia que estava parada e, um ano depois, a unidade de estirenos, no País, da alemã Basf.

Fonte: DCI

Indústria de compósitos + 8,2%

6 de maio de 2011 por Daniela Yamaki Sem Comentário »

Indústria de compósitos projeta elevação de 8,2% na receita de 2011.

Faturamento do primeiro trimestre cresceu 16,3%. Nova pesquisa contratada pela ABMACO separa poliéster e epóxi.

A indústria brasileira de materiais compósitos faturou R$ 715 milhões no primeiro trimestre, alta de 16,3% em comparação ao mesmo período do ano passado. O consumo de matérias-primas, porém, recuou 8,7%, totalizando 46.900 toneladas. A diferença entre os dois indicadores deve-se principalmente aos sucessivos aumentos nas cotações dos insumos petroquímicos – os compósitos são resultantes da combinação entre resinas termofixas (um tipo de plástico) e reforços, como as fibras de vidro. Os números fazem parte do último levantamento da Maxiquim, consultoria contratada pela Associação Brasileira de Materiais Compósitos (ABMACO).

O estudo da Maxiquim também projeta uma elevação de 8,2% na receita total do setor em 2011, alcançando R$ 2,796 bilhões – no ano passado, o faturamento foi de R$ 2,584 bilhões. Em relação ao consumo de matérias-primas, a consultoria estima que o Brasil processe 214.000 toneladas, volume 4,8% maior que o de 2010 (205.000 toneladas). Já o crescimento esperado do número de empregos é de 1,8%, perfazendo 75 mil vagas.

“Todos os segmentos que consomem os materiais compósitos devem crescer este ano, mas acreditamos que construção civil, geração de energia eólica e transportes serão responsáveis por índices ainda mais expressivos”, afirma Gilmar Lima, presidente da ABMACO. No caso da área de transportes, Lima destaca o impacto positivo que a antecipação das compras de caminhões e ônibus promoverá no resultado do último trimestre de 2011, por conta da entrada em vigor da norma Euro 5 no início de 2012 – os veículos ajustados à nova regulamentação, que controla a emissão de poluentes, são mais caros.

“Por outro lado, nos preocupa a escassez de mão de obra qualificada no nosso setor, bem como o aumento descontrolado dos preços dos principais insumos, a valorização excessiva do real e a crônica falta de investimentos governamentais em infraestrutura”, comenta.

Estudo separa poliéster e epóxi- Dessa vez, a pesquisa contratada pela ABMACO abordou de forma separada os compósitos de resina poliéster e os baseados em resina epóxi. No primeiro caso – 162.000 toneladas, ou 79% do total processado em 2010 –, a construção civil manteve o posto de maior consumidora do material, com 46%. A seguir, apareceram as montadoras, sobretudo as que fabricam veículos pesados e agrícolas, com 16%. Os mercados de corrosão (11%), saneamento (7%), energia elétrica (4%), náutico (3%), petróleo (1%) e outros (11%) completaram a lista.

As principais posições no ranking do consumo de matérias-primas se mantiveram quando o assunto foi participação no faturamento – no ano passado, os compósitos de poliéster geraram uma receita de R$ 2,011 bilhões. Mudaram, no entanto, os percentuais: construção civil (37%), transportes (24%), corrosão (15%) e saneamento (8%). O setor náutico, devido ao maior valor agregado das embarcações, respondeu por 6% da receita, ultrapassando o segmento de energia elétrica (2%). As demais aplicações ficaram com 7%.

Quanto aos processos de transformação, as tecnologias manuais (Hand Lay-up e Spray-up) apareceram bem à frente, como de costume, com 54,8%, seguidas por RTM (16,1%), Enrolamento Filamentar (9,8%), Laminação Contínua (6,2%), Pultrusão (4,6%), BMC/SMC (2,8%) e outros (5,6%).

Em relação aos compósitos cuja matriz polimérica é o epóxi, a geração de energia eólica deteve 87,7% de um faturamento total de R$ 573 milhões. Bem atrás, apareceram os setores de petróleo (5,9%), eletroeletrônico (2,1%) e outros (4,3%). O processo de infusão, que é empregado, por exemplo, na fabricação das pás eólicas, foi o mais usado pelos transformadores (92,3%). Ao todo, o país processou 43.000 toneladas de compósitos de epóxi em 2010. [www.abmaco.org.br].

Fonte: Revista Fator Brasil

Novo presidente na Abiquim

20 de abril de 2011 por Daniela Yamaki Sem Comentário »

Novo presidente da Abiquim.

A empresas integrantes da Associação Brasileira da Indústria Química elegeram nesta quinta-feira (31/3) Henri Armand Slezynger como presidente do conselho diretor no biênio 2011/2013. Engenheiro químico e administrador de empresas, Slezynger é acionista da Unigel, opera no Brasil e no México.

Foram eleitos também como vice-presidentes Carlos Fadigas, presidente da Braskem, Pedro Emílio Suarez, presidente da Dow, Marcos De Marchi, presidente da Rhodia, Marcelo Lacerda Soares Neto, presidente da Lanxess, Paulo Francisco Schirch, presidente da Solvay, Alfred Hackenberger, presidente da Basf, e João Benjamin Parolin, diretor superintendente da Oxiteno. Outros 25 executivos participarão como conselheiros e seis estarão no conselho fiscal.

Distribuição de resinas aumento de 15%

18 de abril de 2011 por Daniela Yamaki Sem Comentário »

Mercado de distribuição de resinas plásticas deve faturar 15% a mais em 2011

Evento promovido pela Adirplast apontou dados importantes de um setor que deve movimentar cerca de R$ 2,8 bilhões neste ano.

A Adirplast – Associação Brasileira dos Distribuidores de Resinas Plásticas – promoveu ontem, em São Paulo, o evento Distribuição de Resinas Plásticas no Brasil – Novas diretrizes, mercado nacional e tendências. O encontro contou com a participação de cerca de 70 profissionais deste setor que, em 2011, deve aumentar seu faturamento em 15%, chegando a um montante de R$ 2,8 bilhões. “Entendemos que ao promover a divulgação de estudos como esse, permitimos que nossos associados entendam melhor todo o cenário e contexto no qual estão inseridos e isso contribui para o crescimento do setor”, afirmou Laércio Gonçalves, presidente da associação.

Os dados apresentados pela Adirplast ontem, baseados em levantamentos feitos pela entidade em conjunto com a MaxiQuim – assessoria de mercado com forte atuação na área petroquímica -, apontaram que o volume de vendas de resinas no País devem subir 4,2% neste ano.

Outros dados apontados pela entidade no evento mostram que, apesar da crise econômica mundial e da instabilidade dos preços dos derivados do petróleo, o preço médio das resinas plásticas manteve-se bastante estável nos últimos anos. Além disso, o aumento do consumo aparente das resinas plásticas no país pulou das 5.194 kt comercializadas em 2009 para 5.411 kt, neste último ano. Com isso, o mercado acumula nos últimos cinco anos um crescimento de vendas da ordem de 20%.

Embora venha perdendo mercado ano a ano, os PE e PP (Polietileno e Polipropileno) ainda estão entre as resinas plásticas mais consumidas no País, com 84% do volume total comercializado na rede de distribuidores filiados à Adirplast. Embora outros materiais, como as Especialidades, tenham ganhado cada vez mais espaço. “Entre as aplicações, o setor de embalagens predomina, ficando com 52% das resinas vendidas pelos distribuidores”, ressaltou Solange Stumpf, diretora da MaxiQuim.

Na ocasião, Gonçalvez destacou ainda os benefícios oferecidos pelos distribuidores filiados à ADIRPLAST, como os centros de distribuição presentes em todos os pólos industriais do País, o que agiliza a entrega dos pedidos. Isso sem falar nos serviços de pós-venda e suporte técnico ofertados: “O mercado transformador é pulverizado, conta com mais de 11.465 empresas no país, 94,2% delas pequenas e médias, e isso faz com que o distribuidor seja um canal vital para garantir que esses clientes tenham fácil acesso às resinas plásticas”, explicou.

Para o biênio 2011-2012, Laércio Gonçalves lidera a entidade ao lado de Wilson Cataldi, vice, dos diretores Daniela Guerini, Osvaldo Cruz e Marcelo Prando, e dos suplentes Ricardo Mason e Peter Wilms.

A Adirplast, que foi fundada há quatro anos, tem como diretrizes o fortalecimento da distribuição, o apoio aos seus associados e a consolidação do relacionamento com as petroquímicas. Além disso, a entidade trabalha para promover a imagem sustentável do plástico.

Atualmente a associação agrega 13 empresas distribuidoras de resinas plásticas e que responderam por cerca de 10% de todo volume de polímeros comercializados no País. Todas são credenciadas pelos fabricantes e ostentam suas bandeiras petroquímicas, o que garante ao cliente final a qualidade do produto. Neste ano, segundo Gonçalves, mais empresas devem se juntar ao time: “Já temos seis distribuidoras em fase final de aprovação e nosso intuito é de fortalecer ainda mais nossa entidade”, finaliza.

Pesquisas Adirplast & Maxiquim- Para ter acesso a mais dados das pesquisas apresentadas pela Adirplast e Maxiquim no evento, basta entrar em contato com a assessoria de imprensa da entidade.

Adirplast na Brasilplast 2011-A entidade estará presente na maior feira de plásticos da América Latina, que acontece de 9 a 11 de maio, no Pavilhão de Exposições do Anhembi, em São Paulo. [www.adirplast.com.br].

Fonte: Fator Brasil

SABIC, novidades em termoplásticos

12 de abril de 2011 por Daniela Yamaki Sem Comentário »

A SABIC, apresenta soluções em resinas termoplásticas na Aircraft Interiors Expo 2011.

A SABIC Innovative Plastics apresenta soluções em resinas termoplásticas, chapas, espumas e compostos de alto desempenho que contribuem para que os clientes do setor de aviação enfrentem os maiores desafios do setor, como leveza, conformidade regulatória, sustentabilidade e melhor experiência de voo.

Esses produtos inovadores proporcionam redução de peso das aeronaves em até 50%, o que resulta em economia de combustível e redução de emissões, atendendo às rígidas regulamentações de FST (chamas-fumaça-toxicidade), reduzindo custos gerais do sistema e melhorando a segurança e o conforto do ambiente da cabine. A crescente variedade de produtos reforça a liderança da SABIC Innovative Plastics como fornecedora global para o setor de aviação e demonstra o poder transformador dos plásticos de alto desempenho. Durante a feira, a empresa também exibiu aplicações importantes, incluindo o carrinho de bordo ultraleve LSG Sky Chef, quer recebeu o prêmio Crystal Cabin; uma unidade de atendimento ao passageiro projetada e fornecida pela PECO Manufacturing para o novo Boeing 737 BSI; as peças da nova geração de fornos da Sell Cabin Interiors GmbH e um suporte para revistas/livretos da Bucher Leichtbau AG. Essas soluções demonstram como a SABIC Innovative Plastics trabalha com alguns dos fornecedores líderes do setor para ajudá-los a se manterem à frente dos padrões em constante mudança.

“Os fabricantes da área de aviação globais precisam de soluções adequadas, seguras e econômicas para projetar e construir aeronaves de última geração de forma rentável”, afirma Jack Govers, gerente geral de Películas e Chapas Especiais da SABIC Innovative Plastics.

“Nossa experiência e nosso compromisso de trabalhar lado a lado com os clientes aeroespaciais permite ajudá-los a enfrentar esses desafios. Investimos continuamente na expansão da capacidade e no desenvolvimento de novas soluções em materiais avançados, que contribuem para impulsionar o sucesso de longo prazo do cliente. A SABIC Innovative Plastics está comprometida com a elevação dos padrões de desempenho de resinas termoplásticas e chapas nesse setor empolgante, dinâmico e fundamental”, diz Govers.

Tornando as viagens aéreas mais econômicas, agradáveis e ambientalmente responsáveis- Em média, uma aeronave queima, por hora, em torno de 0,03 kg de combustível para cada quilograma de peso a bordo. Considerando que uma frota comercial voa aproximadamente 57 milhões de horas por ano, cortar um quilo por voo pode gerar uma economia de cerca de 1.700 toneladas de combustível e 5.400 toneladas de dióxido de carbono (CO2) por ano1. As novas tecnologias de alto desempenho da SABIC Innovative Plastics podem fornecer benefícios importantes ao serem implementadas pelas companhias aéreas. Ao usar a chapa Lexan* F6000 para substituir os tradicionais produtos de cloreto de polivinila (PVC)/acrílico nas estruturas dos assentos, por exemplo, uma companhia aérea pode reduzir o peso em aproximadamente 23%, ou seja, 80kg, com base em uma aeronave com 190 assentos.

Os materiais a seguir oferecem benefícios de peso, desempenho e conformidade para aplicações internas: Chapa Lexan XHR 6000 (liberação de calor extremamente baixa): A chapa Lexan XHR fornece leveza até 12% superior em comparação com produtos tradicionais de PVC/polimetacrilato de metila (PMMA), oferecendo uma melhor economia de combustível, além de estar em conformidade com os requisitos de FST (FAR25853) das maiores companhias aéreas para assentos, revestimentos da cabine de controle, bordas de janelas, envoltórios de portas e outros componentes interiores. A cor pode ser combinada na forma da chapa e da resina para a obtenção de peças de cores coordenadas termomoldadas e moldadas por injeção.

A SABIC (Saudi Basic Industries Corporation) está entre as maiores empresas petroquímicas do mundo e é líder global do mercado na produção de polietileno, polipropileno, termoplásticos avançados, glicois, metanol e fertilizantes. A SABIC fabrica em escala global na Arábia Saudita, nas Américas, na Europa e no Pacífico Asiático. A empresa opera em mais de 40 países em todo o mundo, com mais de 33.000 funcionários. Possui recursos significativos para pesquisa, com 18 instalações dedicadas de tecnologia e inovação na Arábia Saudita, nos EUA, Países Baixos, na Espanha, Índia e China. A SABIC registrou um lucro líquido de SR 21,59 bilhões (US$ 5,73 bilhões) em 2010. As receitas de vendas totalizaram SR 152 bilhões (US$ 40,5 bilhões).

Fonte: Fator Brasil

Apoiamos a AACD

4 de abril de 2011 por Daniela Yamaki Sem Comentário »

No ar desde março, a campanha da AACD (Associação de Assistência à Criança Deficiente) intitulada AACD.404 ganha mais um novo parceiro na busca por doações que diminuam a fila de 32 mil crianças que esperam por atendimento médico.

Ao digitar um endereço errado no site da Poliresinas, o internauta é surpreendido por um pedido de ajuda da AACD. Em vez da mensagem “página não encontrada”, o usuário recebe um convite para fazer sua colaboração e é redirecionado para a página de doações no website da instituição.

“Essa é uma forma muito bacana de transformar em algo positivo uma experiência de erro em navegação que poderia ser frustrante. Esperamos que cresçam os números de doações para a AACD”, diz Flávio Snegur (Diretor Geral da Poliresinas).

Se você é da iniciativa privada, universidade ou pessoa física e quer participar dessa causa, informe-se sobre como colaborar.

Nova medida preocupa Abiplast

29 de março de 2011 por Daniela Yamaki Sem Comentário »

Nova medida de proteção à resina plástica preocupa Abiplast

A Abiplast (Associação Brasileira da Indústria do Plástico) questiona recente medida do governo federal para proteger mais a resina plástica polipropileno fabricada no País.

A Camex (Câmara de Comércio Exterior), órgão do governo federal, elevou há poucos dias, a pedido da Braskem, os direitos antidumping aplicados sobre as importações brasileiras de polipropileno dos Estados Unidos.

A elevação foi solicitada pela própria Braskem, em recurso administrativo contra a decisão de aplicar direitos antidumping no valor de US$ 82,77 por tonelada. A partir do dia 18, o direito foi alterado para 10,6% sobre o preço CIF (em inglês, custo, seguro e frete) das importações.

O polipropileno é matéria-prima utilizada na produção de diversos produtos, como seringas, luvas hospitalares, embalagens plásticas e peças de automóveis.

Segundo a associação da indústria do plástico, os preços de polipropileno no Brasil já são os mais altos do mundo e calcula que o percentual do adicional tarifário aplicado, a valores atuais de mercado internacional, encarecerá as importações de polipropileno em aproximadamente US$ 200 dólares por tonelada.

“A Abiplast informa que desconhecia o recurso da Braskem perante a Camex e que está estudando alternativas em relação à medida”, afirma o presidente da entidade, José Ricardo Roriz Coelho.

A elevação do direito antidumping, que poderá encarecer os preços de diversos produtos derivados de polipropileno, ocorreu menos de um mês após o Cade aprovar a aquisição da Quattor pela Braskem.

Com a aprovação, a Braskem passou a ser a única empresa produtora de polipropileno no Brasil. Por ocasião da aprovação da operação, diversos conselheiros do Cade manifestaram profunda preocupação com relação às dificuldades de importar resinas de polipropileno por empresas brasileiras e ao nível de proteção às resinas produzidas pela Braskem.

Fonte: Diário do Grande ABC

ABMACO mostrará avanços na JEC Composites.

27 de março de 2011 por Daniela Yamaki Sem Comentário »

ABMACO mostrará avanço tecnológico do Brasil na JEC Composites.

Espaço da Associação Brasileira de Materiais Compósitos na feira francesa será dedicado à apresentação de dezenas de peças. Com o objetivo de fortalecer a imagem da indústria brasileira e, dessa forma, gerar oportunidades de negócios em âmbito mundial, a Associação Brasileira de Materiais Compósitos (ABMACO) elaborou um inédito (e agressivo) plano de participação na JEC Composites, feira que acontece em Paris, entre 29 e 31/03 – é a maior do gênero em todo o mundo.

No espaço de 54 m² intitulado “Ilha Brasil de Compósitos”, a ABMACO reunirá algumas peças que evidenciam o avançado estágio tecnológico do setor que representa. Poste de energia elétrica, pá eólica, tubo para saneamento, mobiliário urbano, componentes usados em plantas petroquímicas e diversas autopeças fazem parte das atrações reservadas para a feira de Paris. Produzidas por Cogumelo, Edra, Edra Equipamentos, MVC Soluções em Plásticos/Pôle de Plasturgie, Petrofisa, Piatex e Tecnofibras, as peças foram selecionadas pela ABMACO a partir de critérios como índice de inovação e viabilidade comercial.

“Estamos vivendo um período de mudanças, novos mercados estão sendo descobertos, outros reinventados, e o Brasil terá um papel de extrema relevância nesse novo cenário. Por isso, o conceito do nosso projeto na JEC Composites é o de expor soluções de alto desempenho e processos diferenciados, com o intuito de evidenciar a capacidade e a tecnologia dos transformadores brasileiros”, afirma Gilmar Lima, presidente da ABMACO.

Além de apresentar as peças, a ABMACO lançará na feira o livro Brazilian Composites Market. A publicação traz um completo levantamento do mercado brasileiro de compósitos, bem como exemplos de aplicações do material e dados acerca da sua sustentabilidade, entre outros temas. A associação ainda produzirá um boletim eletrônico diretamente da JEC Composites, que será complementado por informações postadas no seu novo canal de comunicação, o Twitter.

Para viabilizar esta ação internacional, a ABMACO contou com o apoio das seguintes empresas investidoras: Edra Equipamentos, Elekeiroz, LORD, Morquímica, MVC Soluções em Plásticos, Piatex, Polinox, Purcom, Owens Corning e Reichhold.

O mais recente levantamento de mercado da Maxiquim, empresa contratada pela ABMACO, indica que a receita do setor brasileiro de compósitos em 2010 cresceu 15,1%, totalizando R$ 2,584 bilhões. O consumo de matérias-primas no período foi de 205.000 toneladas, o que representou uma evolução de 11,8%. O número de empregos apresentou alta de 3,3%, perfazendo 73.600 vagas.

Para 2011, a Maxiquim projeta um faturamento de R$ 2,788 bilhões (+7,9%) e um consumo de 211.000 toneladas (+3,2%). O número total de empregos estimado é de 74.900 (+1,7%).

Para mais informações, acesse: www.abmaco.org.br

Incentivo ao esporte

22 de março de 2011 por Daniela Yamaki Sem Comentário »