Bom dia amigos leitores,
Hoje vamos falar sobre um problema que atormenta muitos fabricantes de piscinas, banheiras, caixas d’água e diversos produtos que estão em contato permanente com a água: A formação de bolhas.
Fazendo uma breve pesquisa, achamos um texto que pode tirar algumas dúvidas referentes ao assunto.
Boa leitura!
“Gelcoats especialmente formulados, práticas corretas de moldagem, matérias-primas, materiais auxiliares, equipamentos adequados, entre outros fatores, aumentam a resistência ao empolamento (blistering) de peças de plástico reforçado/composites em contato permanente com a água como piscinas e embarcações.
Um dos mais importantes bens da vida, a água também pode ser considerada uma “vilã” quando entra em contato permanente ou intermitente (longa duração) com peças de plástico reforçado/composites. Piscinas, barcos, banheiras do tipo spa e caixas d´água estão sujeitas ao “ataque” da água que, ao longo do tempo, pode causar o empolamento, ou seja, a formação de bolhas na peça. Esse defeito, conhecido também como blistering, é influenciado por diversos fatores como a permeabilidade do gelcoat, a espessura do mesmo e a presença de substâncias hidrossolúveis nas matérias-primas utilizadas na fabricação do produto final.

Dentre as soluções mais viáveis para retardar o problema está a redução da permeabilidade do gelcoat através de sua formulação e aumento de sua espessura, criando-se uma maior barreira física. Aliado a isso, os especialistas recomendam a criação de uma barreira química.
Para a formulação do gelcoat, e para o laminado estrutural, recomenda-se o uso de resinas com baixo conteúdo de substâncias hidrossolúveis.
A resina isoftálica com NPG é um bom exemplo. O resultado é um laminado com maior resistência ao empolamento e com moderada resistência química. Outra vantagem é que o gelcoat elaborado com resina isoftálica com NPG melhora a resistência da superfície da peça aos raios ultravioleta (UV). Além disso, o material garante maior brilho.
Os gelcoats isoftálico e isoftálico com NPG geram bolhas pequenas, enquanto os ortoftálicos e do tipo PET geram bolhas grandes. Isso acontece porque os isoftálicos possuem menor quantidade de substâncias solúveis em água. O tamanho final das bolhas é definido pelo tamanho das falhas originais (bolhas de ar) de laminação e pela concentração das substâncias hidrossolúveis contidas nessas falhas.
Alguns especialistas defendem, na barreira química, o uso da mesma resina utilizada no gelcoat (geralmente trata-se da resina isoftálica com NPG).”
Fonte: www.revistadoplasticoreforcado.com.br
Se depois desta leitura as dúvidas continuam ou existe algum fator relevante que não foi encontrado, por favor, sinta-se à vontade e comente o post. Este espaço é todo seu!
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