Bom dia queridos leitores.
Esperamos que o nosso blog esteja sendo bastante consultado por vocês.
Falando em consultar… Antes de utilizar uma determinada resina é necessário conhecer as suas propriedades e características; escolhendo desta forma, a resina ideal para o tipo de precesso no qual será empregada.
As resinas possuem características específicas que são cruciais durante o seu uso. Entre elas, estão a reatividade, a viscosidade e a tixotropia (já comentadas neste blog), o ciclo de cura, as resistências mecânica e química, entre outras.
Hoje vamos entender um pouquinho mais sobre o Processo de Cura. Característica fundamental a ser conhecida nas resinas que serão utilizadas.
O texto a seguir foi retirado do livro FIBERGLASS – Aprenda Fibra de Vidro / Autor: Marco Antônio Matheus
Cura do Poliéster
“Existem dois tipos de resinas plásticas, conforme sejam ou não fundidas em altas temperaturas. As resinas termoplásticas se apresentam no estado sólido à temperatura ambiente, sendo processadas por aquecimento, fusão e resfriamento. As resinas termofixas não são fundidas em altas temperaturas e uma vez moldadas, não mais podem ser reprocessadas.
Entre os termoplásticos mais conhecidos, estão inclusos o PVC, Nylon, Polietileno, ABS, que são geralmente processados por injeção, extrusão ou sopro. O processamento das resinas termoplásticas demanda altos investimentos em moldes e equipamntos.
Esses altos investimentos impedem o uso dos termoplásticos em peças de grandes dimensões ou baixos volumes de produção.
Algumas resinas termofixas padecem das mesmas limitações das resinas termoplásticas, também exigindo altos investimentos em moldes e equipamentos para serem processadas. Exceções notáveis a estas limitações são os poliéster insaturados e os epóxies. Essas resinas são fornecidas aos transformadores no estado líquido e, após a adição de substâncias especiais (catalisadores e aceleradores) se transformam em sólidos a temperatura ambiente, sem requerer pressões externas, moldes ou equipamentos caros.
Essa reação de transformação de líquido a sólido é conhecida como “polimerização” ou cura. Aliás, a resina permanece inalterada durante alguns minutos (5, 10, 15 ou mais minutos, dependendo do teor catalisador, acelerador e condições ambientais) até que a reação de solidificação tenha início.
[img:tempo_de_gel.gif,full,centralizado]
Nesse momento o material anteriormente líquido passa a exibir consistência gelatinosa. O tempo transcorrido entre a adição desses agentes promotores de polimerização e o início da gelatinização é conhecido como tempo de gel ou tempo de gelatinização. Uma vez atingido o estágio de gelatinização, a cura do poliéster prossegue com grande desenvolvimento de calor (reação exotérmica).
Após resfriamento o poliéster apresenta as caracterísiticas físicas de sólido rígido e não mais pode ser transformado em líquido. A reação de cura dos poliésteres é irreversível, isto é, uma vez transformados de líquidos em sólidos, não mais podem ser reprocessados de sólidos a líquidos.”
…
Foi bem fácil entender, não foi?
Se quiser saber qual a resina que possui o ciclo de cura ideal para a sua produção, deixe o seu comentário ou entre em contato conosco. Será um prazer poder ajudá-lo.
Acesse: www.poliresinas.com.br
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Tel.: 11 4343.6006






