Ortoftálica, Tereftálica ou Isoftálica?

24 de junho de 2011 por Mariane Valadão 2 Comentários »

O que esses nomes querem dizer?

Sabemos que a Poliresinas é especialista na produção de resinas poliéster insaturadas ortoftálicas, tereftálicas e isoftálicas.

Mas é importante que saibamos o que esses nomes, um tanto quanto difíceis, significam.

As Resinas Poliéster são compostos orgânicos derivados de petróleo que passam do estado líquido para o solido através da polimerização.

As Resinas Poliéster tem peso molecular bastante alto, como indicado pela etimologia das palavras do termo. Poli significa muitos, e Ester é uma reação química obtida da reação de um ácido mais álcool com liberação de uma molécula de água. Poliéster significa, portanto, muitos ésteres.

O termo Poliéster Insaturado indica que qualquer um dos reagentes de sua composição contem insaturação, geralmente essa insaturação vem pelo ácido ou anidrido. Os poliésteres insaturados conferem a capacidade da resina de ser líquida e, após determinado estímulo, sofrer o processo de cura e tornar-se termoestável. A denominação insaturado está relacionada também com a presença das duplas ligações em sua cadeia molecular. Essas duplas ligações, que serão quebradas pela ação de determinado catalisador, como calor, radiação ou peróxido orgânico, irão reagir novamente entre si para originar o polímero termoestável e irreversível, ou seja, a cadeia molecular composta por simples e duplas ligações entre os átomos de carbono resultam em um produto termofixo.

As Resinas Poliéster Insaturadas podem ou não utilizar reforços, como a fibra de vidro, se reforçadas podem funcionar otimamente como plástico de engenharia, com boa resistência mecânica a ponto de substituir aço, ferro e concreto.

As Resinas Poliéster Insaturadas Ortoftálicas possuem em sua composição o ácido ftálico, também conhecido como ácido ortoftálico, ou seu anidrido, que se dissolve em álcool e alguns outros solvente. O ácido ftálico é comumente utilizado para produzir corantes, perfumes, sacarina, ftalatos e muitos outros.

Esse tipo de resina é o mais comum, pois seu uso é generalizado e seu custo menor. Sua composição é feita por um ácido insaturado, um ácido saturado e um biálcool. O anidrido ftálico tende a se regenerar a partir dos meios ésteres. As propriedades mecânicas das resinas poliéster insaturadas ortoftálicas são inferiores as demais.

As aplicações mais freqüentes dessa resina encontram-se nos setores de laminação, telhas, cascos de embarcações, carenagens de automóveis e afins.

As Resinas Poliéster insaturada Ortoftálica da Poliresinas são: Poli 400, Poli 900 e Poli 1000.

As Resinas Tereftálicas tem parte dos seus ácidos substituída pelo ácido tereftálico, conhecido também como PTA, que pode ser obtido através da reciclagem de polietileno tereftalato (PET). Possuem resistência física superior às da resina ortoftálica, mas podem apresentar amarelamento por possuírem baixa resistência ao UV. Entre as Resinas Poliéster Insaturadas Tereftálicas produzidas pela Poliresinas estão a Poli 500, Poli 600, Poli 501, Poli 700, Poli 800, Poli 9000.

As aplicações destinadas comuns são a fabricação de pias, tanques e lavatórios, gel-coat, caixas d’água, banheiras, piscinas, calhas, barcos, carrocerias de ônibus, carros e caminhões e outros.

As Resinas Isoftálicas, diferentemente das ortoftálicas, não sofrem desvantagem na regeneração e permitem a obtenção de poliésteres de alto peso molecular, pois, seu ácido, o isoftálico, não forma anidrido cíclico.  Os poliésteres de alto peso molecular formam cadeias moleculares mais longas, essas cadeias mais longas permitem ao produto final absorver melhor os impactos e conferem alta resistência mecânica. As resinas isoftálicas Poli 2001 e Poli 2000 fabricadas pela Poliresinas são utilizadas principalmente na produção de gel-coat para uso náutico e moldes, sendo muito utilizada como barreira química na produção de laminados para tanques e tubulações e piscinas.

Entre em contato conosco e saiba mais sobre os tipos de resina e suas aplicações.

Resinas para tanque, pias e lavatórios

22 de junho de 2011 por Mariane Valadão 1 Comentário »

Já falamos em nossos posts anteriores sobre as resinas ideais para serem aplicadas em objetos que fazem parte do nosso cotidiano como as caixas d’água e os botões

A resina que vamos apresentar hoje é a Poli 700 indicada especialmente para a produção de pias, lavatórios e tanques.

Durante muito tempo as pessoas foram obrigadas a lavarem suas roupas na beira de rios ou em grandes bacias de barro utilizando água retirada de poços.

Um primo distante do tanque, utilizado antigamente, chamava-se selha, era uma vasilha com bordas baixas, acompanhada de uma tábua de lavar com ondulações para que a roupa fosse esfregada.  No século XVIII com o avanço da urbanização, começaram a ser construídos os lavatórios públicos para que as pessoas não precisassem mais se deslocar até os rios.

No Brasil, a utilização do tanque doméstico de lavar roupas foi implantada como medida de saúde pública, em uma campanha de combate a esquistossomose, porém, os primeiros modelos aqui fabricados eram de cimento e feriam as mãos das pessoas que os utilizavam, as famílias mais ricas passaram então a utilizar modelos de mármore. Com o avanço das tecnologias e a descoberta de novos materiais foi possível produzir tanques mais confortáveis.

Atualmente, a maioria dos tanques é feito em resina pela praticidade e durabilidade do material, que se adapta melhor aos apartamentos e modelos de residência de hoje em dia.

A Poli 700 é uma resina poliéster, insaturada, tereftálica, pré acelerada, de baixa viscosidade e média reatividade e com rápido ciclo de cura. A Poli 700 é fácil de ser trabalhada e seu rápido ciclo de cura garante rapidez na desmoldagem.

Além de tanques a Poli 700 também é indicada para a produção de pias e lavatórios, pois, possui alta resistência a absorção de água.

Conheça também nossas outras resinas no site: www.poliresinas.com.br

Massa plástica

17 de junho de 2011 por Mariane Valadão Sem Comentário »

Já ouviu falar em massa plástica? Quem tem carro ou trabalha em marmoraria deve conhecer esse produto.

Muito utilizada para colagem e reparos nas indústrias automotivas, de lanternagem, marmorarias entre outros, a massa plástica passa por um processo minucioso antes de ficar pronta para o consumo.

O processo de produção inicia-se com uma resina que recebe a adição de diversos produtos para atingir o ponto ideal, por ser o ponto de partida da massa plástica é essencial que essa resina seja plena em qualidade. Umas das resinas produzidas pela Poliresinas, a Poli 9000 atende a esses requisitos, pois foi formulada para produzir massas plásticas com alta estabilidade e fácil lixamento. A sua alta estabilidade confere segurança na manutenção de suas características, e proporciona ao produto ao qual será aplicada melhora na aderência e resistência a impactos.

Essa resina recebe cargas minerais, tais como, calcita, talco, dolomita e etc., que precisam estar dentro de certos parâmetros para não ocasionar o esbranquiçamento e problemas de cura da massa, é importante precisar o peso, a granulometria, o teor de umidade e de absorção de óleo na adição dessas cargas minerais.

É adicionado também a resina um catalisador, que é fundamental na etapa de cura da massa. É necessário conhecer o teor de oxigênio ativo e teor de água residual. As quantidades de catalisador também interferem no produto final, pois o excesso de catalisador pode causar endurecimento rápido da massa e trincas enquanto a falta dele ocasiona cura lenta e alta pegajosidade.

Com o produto dessas resinas somadas às adições, é feito um teste de estabilidade ou teste de vida útil, que aponta o tempo que a massa poderá ficar em estoques sem perder as características originais de fabricação. Esse teste consiste em colocar a massa em sua lata dentro de uma estufa que será aquecida em cerca de 60 graus e por lá ficará determinado tempo. Após esse tempo é verificado se houveram ou não alterações em sua fórmula.

É importante que todos os componentes sejam adicionados na quantidade correta e mais fundamental ainda é conhecer a procedência destes, para que a massa seja de fácil manuseio, bom tempo de trabalho, boa lixabilidade e bom tempo de vida útil.

Conheça mais sobre a resina Poli 9000 em nosso site : www.poliresinas.com.br

Resina Cristal

11 de junho de 2011 por Mariane Valadão 2 Comentários »

Já observamos em outros posts que as possibilidades de utilização das resinas poliéster são inúmeras, de forma aparente ou discreta, elas fazem parte dos nossos dias.

Até mesmo em nossas roupas elas podem ser encontradas. É o caso da resina Poli 900, uma resina cristal muito utilizada na fabricação de botões.

Os botões, que existem desde cerca do ano 3000 a.C, já foram fabricados em azeviche, prata ou metal dourado, cobre, tecido, madrepérola e aço, surgiram com a função principal de ajustar as roupas ao corpo, fixando-as em determinada posição, mas logo se tornaram componente estético e caíram no gosto dos estilistas.

A resina Poli 900 da Poliresinas é muito utilizada na fabricação de botões, pois é uma resina cristal com boas características de transparência, que aceita pigmentos, possui durabilidade e flexibilidade que mantém a cor cristalina por muito mais tempo, e é capaz de suportar o processo de lavagem das peças de roupas.

Por possui baixa reatividade, esta resina também pode ser usada para flexibilizar e plastificar outras resinas, que após a aplicação poderão ser lixadas, torneadas e polidas com relativa facilidade sem danificar as ferramentas de corte e sem que haja rachaduras.

Pode ser usada ainda na produção de gel coat, assentos sanitários, eletro-eletrônicos, vitrais, tampos de mesa, fabricação de telhas e muitas outras aplicações.

A resina Poli 900 com a qualidade Poliresinas contribui dessa forma para a excelência dos mais variados produtos de telhados a botões.

Folha na indústria cai 0,8%

10 de junho de 2011 por Daniela Yamaki Sem Comentário »

Folha de pagamento na indústria cai 0,8% em abril.

O valor da folha de pagamento real (descontada a inflação) dos trabalhadores da indústria recuou 0,8% em abril ante março, na série com ajuste sazonal, informou hoje o Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE). A queda ocorre após três meses consecutivos de expansão. Com o resultado, o índice de média móvel trimestral foi de 0,2% em abril. Em relação a abril de 2010, o valor da folha de pagamento real cresceu 4,7% – a décima sexta taxa positiva consecutiva nesse tipo de comparação. No ano, a alta acumulada é de 6,1% e, em 12 meses, de 7,5%.

Em relação a abril do ano passado, a folha de pagamento real teve resultados positivos nos 14 locais pesquisados pelo IBGE. São Paulo teve a maior influência sobre o total do País ao registrar expansão de 3,0%, apoiada em grande parte nos avanços dos setores de máquinas e equipamentos (15,4%), meios de transporte (6,9%) e borracha e plástico (16,1%).

Também destacam-se os impactos positivos em Minas Gerais (10,0%), impulsionado sobretudo pelos ramos de metalurgia básica (17,0%) e indústrias extrativas (18,2%); região Nordeste (7,2%), por conta de alimentos e bebidas (17,8%) e meios de transporte (28,0%); Paraná (8,5%), em função das pressões positivas vindas de meios de transporte (18,1%) e alimentos e bebidas (12,8%); e região Norte e Centro-Oeste (7,7%), influenciada pelas atividades de produtos de metal (33,2%) e de máquinas e aparelhos eletroeletrônicos e de comunicações (21,7%).

Entre as atividades, ainda na comparação com abril do ano anterior, o valor da folha de pagamento real cresceu em 12 dos 18 setores investigados, impulsionado, principalmente, pelos resultados positivos de máquinas e equipamentos (11,8%), meios de transporte (6,8%), alimentos e bebidas (5,3%), borracha e plástico (12,2%), metalurgia básica (11,5%) e máquinas e aparelhos eletroeletrônicos e de comunicações (9,5%). Por outro lado, os maiores impactos negativos vieram de papel e gráfica (queda de 11,4%), produtos químicos (recuo de 2,7%) e vestuário (baixa de 3,9%).

Fonte: Agestado

Mármore Sintético

8 de junho de 2011 por Mariane Valadão 2 Comentários »

Durante muito tempo, por causa de sua beleza e durabilidade, o mármore foi bastante utilizado nas construções. Exibido como ornamento virou sinônimo de luxo e nobreza, usado em mesas, pias, pisos e colunas. Porém, por apresentar limitações naturais, como suscetibilidade a manchas e facilidade de quebra, além do alto custo, foi necessário encontrar uma alternativa para o seu uso. Surgia assim, há cerca de duas décadas, o mármore sintético.

Com propriedades superiores às do mármore natural, o mármore sintético passou a ser utilizado na fabricação de pias de cozinhas, tampo de mesa, balcão para armário, revestimento de paredes, colunas de edifícios, entre outros. Podemos listar como principais vantagens do mármore sintético a facilidade de produzir um bom acabamento, é higiênico, de fácil limpeza, não absorve líquidos, é protegido contra raios ultravioletas, dificilmente mancha, possui alta resistência contra riscos e suporta uso intenso.

O mármore sintético é produzido a partir de resina poliéster insaturada, misturada com enchimentos minerais. Pode ser fabricado em qualquer formato, dimensão, tonalidade ou desenho, possui baixo custo, boa resistência ao impacto e abrasão, insensibilidade a manchas e é menos agressivo ao meio ambiente por não ser extraído da natureza.

O processo de fabricação consiste na moldagem das peças em moldes de fibra de vidro, onde o composto de resina poliéster, adicionado da carga, é derramado. Essa resina já deve previamente ter sido agitada e homogeneizada com um catalisador.

Especificadamente, as matérias primas envolvidas nesse processo são, a resina poliéster insaturada, geralmente orto tefertálica, pré acelerada, pigmentada de branco ou não. A Poli 700 da Poliresinas é ideal para essa aplicação, fácil de ser trabalhada, possui rápido ciclo de cura, rapidez na desmoldagem e possui resistência à absorção de água.

As cargas minerais, que possuem diferentes granulometrias, são adicionadas para proporcionar melhor empacotamento entre as cargas, aumentar a resistência mecânica e reduzir a possibilidade de contração e empenamento da peça. As cargas minerais comumente empregadas são a calcita, a dolomita e o calcário.

O catalisador inicia a reação de cura ou polimerização, nesse processo o utilizado é um peróxido orgânico conhecido como MEK- P (peróxido de metil etil cetona). A rapidez no processo de cura é importante nesse processo, pois, as camadas de resina são aplicadas sucessivamente. Clique aqui e saiba mais sobre o processo de cura.

É aplicada também uma fina camada de gel coat para proteger e dar brilho à superfície do mármore sintético.

Por fim, resumidamente, o efeito marmorizado da peça é causado pela aplicação de uma camada de resina pigmentada com a cor de fundo, que é deixada para curar. Aplica-se em seguida uma resina pigmentada de cura rápida. O próximo passo é, com o auxilio de um pincel,  espalhar laca nitrocelulose sobre a base não curada, nas cores determinadas, e em seguida uma camada de gel coat incolor, para que assim a superfície seja polida e preparada para o uso final.

Todas essas facilidades e vantagens tem feito cada vez mais empresas e fabricantes aderirem ao mármore fabricado a partir de resina poliéster, para os mais diversos mercados.

Conheça mais sobre a Poli 700 ideal para essa e outras aplicações.

Controle de qualidade no processo de laminação contínua

5 de junho de 2011 por Mariane Valadão Sem Comentário »

Já vimos anteriormente o que é o processo de laminação contínua e as suas principais aplicações. Relembremos que é através do processo de laminação contínua que se consegue alto teor de fibra de vidro, possibilitando altíssima resistência mecânica ao material que virá a ser fabricado, e utilizado para variadas aplicações como painéis externos de automóveis, carenagens de veículos e máquinas de uso em escritório, por exemplo.

Porém, para que essa produção seja plena em excelência, o processo é submetido a um controle de qualidade que exerce papel fundamental no resultado final do produto.

Com o acompanhamento do processo produtivo e rápidos testes laboratoriais como o de teor de fibras de vidro, teor de resinas e cargas, espessura e dureza do laminado, variação do peso nominal do perfil, análise de possíveis defeitos apresentados na laminação entre outros pode se identificar e reparar qualquer problema na produção.

É ideal que seja analisado também a velocidade da laminação, se os reforços estão sendo distribuídos uniformemente para que não existam zonas de opacidade nem baixas em teor de vidro e se a impregnação das fibras é completa, o que evita o aparecimento de bolhas e áreas secas nos laminados. Ainda é importante averiguar a gelificação para garantir que não aparecerão áreas esbranquiçadas, com problemas de resistência mecânica nem alto desprendimento de calor.

A área de trabalho deve passar também por uma inspeção e estar muito bem limpa para que fatores externos ou produtos desativados causem manchas nos laminados que estão em produção e interfiram no produto final.

A Poliresinas possui um controle laboratorial que permite manter ou aprimorar a qualidade das resinas produzidas e ajustar a formulação e o desenvolvimento de acordo com a solicitação de cada cliente, pois, acredita que essas ações que atestam a qualidade do produto devem ser levadas a sério, e por isso busca aperfeiçoar os conhecimentos por meio de constantes atualizações e constituir um padrão de excelência.

Ashland comprará fabricante por US$ 3,2 bilhões

2 de junho de 2011 por Daniela Yamaki Sem Comentário »

Ashland vai comprar fabricante de químicos ISP por US$ 3,2 bi.

A fabricante de especialidades químicas Ashland chegou a um acordo para comprar a empresa de capital fechado International Specialty Products (ISP) por 3,2 bilhões de dólares, como parte de um plano de reforçar sua já forte linha de produtos nos segmentos de cuidados para a pele, medicamentos e energia.

As ações da Ashland em Nova York subiam 9,5 por cento às 11h45 (horário de Brasília), a 66,90 dólares.

A aquisição não representa uma mudança na estratégia da Ashland. A companhia há muito tempo está focada no segmento de especialidades químicas, que oferece margens altas e tende a ser mais resiliente durante recessões.

Com a compra da ISP, a Ashland está apostando que a demanda por produtos farmacêuticos, cremes para a pele e cosméticos continuará crescendo.

“Essa transação nos permite expandir significativamente nossa posição com altas margens nos mercados globais de grande crescimento e menos cíclicos como os de cuidados pessoais e farmacêutico”, disse o presidente-executivo da Ashland, James O’Brien, em comunicado.

A ISP teve receita de 1,6 bilhão de dólares e Ebitda (sigla em inglês para lucro antes de juros, impostos, depreciação e amortização) de 360 milhões de dólares no ano fiscal encerrado em 31 de março.

A Ashland concordou em pagar 413 milhões de dólares se o acordo de compra for cancelado. A expectativa é que o negócio seja concluído em setembro.

Fonte: (Reportagem de Ernest Scheyder e Krishna N Das)

Problemas na produção causou acidente na Braskem

1 de junho de 2011 por Daniela Yamaki Sem Comentário »

Problemas no processo de produção causaram acidentes na Braskem

A Braskem informou, em nota divulgada nesta terça-feira à noite, que os acidentes ocorridos nos dias 21 e 23 de maio, na unidade Cloro Soda, estão ligados a falhas no processo de produção. Conforme nota, o primeiro acidente foi provocado pelo rompimento de um equipamento conhecido como pré-resfriador, com vazamento de cloro. O segundo foi provocado pelo rompimento de um equipamento conhecido como inter-resfriador, sem vazamento de cloro.

“Ambas as ocorrências foram consequência de um aumento atípico na concentração de tricloromina – TCA, subproduto gerado no processo. A TCA é resultante da reação da amônia contida no sal com cloro e é monitorada e eliminada de forma contínua ao longo do processo produtivo”, afirmou a Braskem em nota.

Conforme a empresa, os trabalhadores atingidos não estavam intervindo no equipamento, mas próximos ao local em montagem de andaime para inspeção. “A unidade Cloro Soda da Braskem em Maceió está em operação há 34 anos e há 950 dias não registrava acidentes de trabalho com afastamento. Nos últimos três anos recebeu mais de R$ 300 milhões em manutenção e investimentos em saúde, segurança e meio ambiente”.

A Braskem reforçou que as providências necessárias para eliminar as causas do acidente estão sendo adotadas pela empresa. “O reinício da produção somente acontecerá depois que rigorosas análises de risco estiverem concluídas e todas as medidas adicionais de proteção forem colocadas em práticas. Continuamos com as ações de apoio a estas pessoas e reafirmamos nosso compromisso com a população”, informou a instituição.

Fonte: Gazeta Web

Vazamento de cloro na Braskem

23 de maio de 2011 por Daniela Yamaki Sem Comentário »

Vazamento de cloro em fábrica da Braskem intoxica 30 em Alagoas

Um forte vazamento de gás na fábrica da Braskem, no Pontal da Barra, em Maceió, na noite deste sábado (21), provocou pânico em milhares de moradores e causou intoxicação em 30 pessoas. Principalmente em crianças no extremo sul de Maceió e na região da Ilha de Santa Rita, que ficam próximos à fábrica.

Toda a área da indústria foi isolada pelo Corpo de Bombeiros, ambulâncias do Samu e viaturas de resgate dos Bombeiros foram acionadas e levaram os intoxicados para o Hospital Geral do Estado.

Por volta das 18h40 do sábado, alarmes de detecção de vazamento de cloro soaram na planta da Braskem no bairro Pontal da Barra, em Maceió. O alarme só desligou às 20h15, quando a nuvem de gás de cloro se dissipou.

Segundo o diretor técnico do Instituto do Meio Ambiente do Estado de Alagoas (IMA), Ricardo Cesar Oliveira, cerca de 130 pessoas deram entrada no Hospital Geral do Estado, que fica próximo da unidade da Braskem, com sintomas de intoxicação. Das 130, 31 foram hospitalizadas das quais 5 em estado grave.

“Quando o alarme soou a planta se desligou automaticamente, mas o alarme continuou até 20h15, o que indica que a nuvem só se dispersou nesse horário”, disse Oliveira à Reuters. Ele comentou que o vazamento ocorreu em uma área de compressão de cloro, o que provocou “um estampido forte” que foi associado pelos moradores da vila a uma explosão.

Segundo Oliveira, a grande maioria das vítimas já foi liberada do hospital. Técnicos estão avaliando o que provocou o vazamento. “Já ocorreram vazamentos (na planta), mas não nessa proporção”, acrescentou.

Representantes da Braskem não puderam ser contatados neste domingo para comentar o assunto. Segundo Oliveira, a unidade em que ocorreu o incidente produz cloro para a fabricação de PVC.

Fonte: Google, Exame